Comprinhas no Mercadão? Não!

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Hey you! Não acredito que ontem, 19 de Maio, fez um mês que saí do Brasil, e logo menos, no dia 23, fará um mês que estou aqui em Seattle. Um mês, meu Deus, onde o Senhor colocou o tempo… os instantes da vida?

Um mês em que deixei para trás minha casa, minha família e meus amigos para viver um sonho. Deixei meu conforto e meu comodismo, deixei até mesmo minha tão difícil língua portuguesa, para me aventurar em um país estranho de língua esquisita, para morar com desconhecidos e trabalhar com crianças que falam inglês fluentemente – he he he. Parece mesmo que, foi ontem que eu estava na maior afobação em casa, colocando as últimas coisas na mala, e dando um check em cada item da minha lista, isso tudo para não esquecer nada, e mesmo assim ainda deixei uns rabos para trás! Minha mãe e minha irmã Gabriele, que estavam em casa, estão de prova em como eu estava atrapalhada no meu último dia no Brasil… Meu último dia, que jeito mais pesado de começar um post. Afinal foi meu último dia dos próximos meses, logo logo estarei de volta e tudo isso que estou vivendo hoje, vai parecer uma lembrança de um sonho, assim como foi NYC em 2010!

Neste último final de semana, fui conhecer um dos pontos turísticos daqui, com minhas parceiras de guerra au perianas – Marcella e cia – o Pike Place Market. Não explorei a fundo o lugar, mas terei tempo de passar horas vendo cada canto de cada lojinha dentro deste mercadão da cidade!

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Imaginem o Mercadão de São Paulo, é mais ou menos a pegada do Pike Place aqui em Seattle, mas acontece que ele é ‘aberto’ e um pouco menor do que o de São Paulo.

Ele fica a beira mar da baía Elliot, e está aberto desde 1907 – quase 110 anos pessoal! O legal de lá, é que tem bastante barraquinhas de frutas, verduras e alimentos de agricultores públicos da região. E além de comidinhas, frutas tão lindas e coloridas que dá vontade de comprar todas, tem também lojas de artesãos, objetos diferentes que só se vê por aqui, e algumas coisas que vocês nem imaginam, como por exemplo, de acordo com minha amiga, no Pike Place Market tem como a venda de peixes, uma das atrações do lugar. É isso mesmo, os vendedores fazem uma espécie de ‘show’ com a mercadoria, quando os peixes são lançados de um vendedor para outro no meio do pessoal! Preciso voltar um dia para ver isso ao vivo!

O mercadão foi batizado com o mesmo nome da rua principal da área, e o lugar é visitado por mais de 10 milhões de pessoas ao longo do ano.

Na parte de cima que dá acesso à rua, vemos diversas barraquinhas de frutas, legumes, comidas exóticas, temperos, bijuterias e até fivelas de cinto! Mas se você entrar em um dos corredores e pegar o elevador, alguns andares para baixo você verá lojas diferentes de roupas, sapatos, souvenirs … e descendo mais um pouco, em uma das saídas do mercado, você se depara com um corredor onde as paredes são cobertas de chicelte!

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É isso mesmo, ali atrás do mercado, encontra-se o Market Theater, o teatro. As paredes do beco ‘Post Alley’, estao quase que completamente lotadas de chicletes mascados, e como virou ponto turístico oficial da cidade, todo turista que vai até lá, também gruda seu chiclete!

Essa história começou na década de 90, quando turistas e nativos da região, iam ao  teatro e formavam filas enormes para entrar no teatro ou para simplesmente comprarem um ingresso. Como o ser humano não sabe o que é ter paciência e não sabe esperar, irritados com a demora no atendimento, alguém um dia, colou uma moeda com um chiclete na parede, e assim, outra pessoa viu e fez o mesmo. E a cada dia que passava mais pessoas começaram a fazer esse ‘vandalismo urbano’, que hoje é um dos pontos mais visitados por todos que visitam Seattle.

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Claro que achei sensacional uma parede de chiclete, ser ponto turístico. Mas confesso que fiquei com nojinho de grudar meu chiclete lá. Mas não poderia pular a tradição não é mesmo?!

Outro lugar incrível que tem ali na região do Pike Place, é a primeira loja da Starbucks. Sim, a primeira no mundo todo! Mas isso vai ser assunto para um próximo post!

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E aí, o que vocês acham de vir conhecer Seattle e dar uma passadinha na Gum Wall grudar seu chiclé e depois comprar alguns morangos frescos no mercadão?!

Espero que tenham gostado!

~xoxo~

 Fotos:Géssica Hernandez/Reprodução

Camila Pitanga

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Hey folks! Que saudades de post de ‘It Girl’ da semana. Que tal conhecer um pouco o estilo de uma das melhores atrizes brasileiras e falarmos da Camila Pitanga?

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Adoro a Camila e não é de hoje. É de longa data minha admiração por seu trabalho e sua beleza natural que não precisa ser montada na make para ter um rostinho bonito!

A Camis é carioca da gema, nascida em 14 de junho de 1977 – geminiana gente boa, claro! Aos seis anos, uma Camilinha já estava trabalhando no meio artístico, como figurante do filme ‘Quilombo’. Aos 11 anos, ela foi uma das ‘Clubetes’, assistentes de palco da apresentadora Angélica , na extinta TV  Manchete, saudades! – Gente, não tinha nem nascido ainda… .-.

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Mas, sua estreia na dramaturgia da TV brasileira, foi na minissérie ‘Sex Appeal’ em 1993. De lá para cá, ela não parou mais, fazendo parte do elenco de trabalhos como ‘A Próxima Vítima’, ‘Malhação’, ‘Pecado Capital’, ‘Porto dos Milagres’, ‘Mulheres Apaixonadas’ – adorava!, ‘Belíssima’, ‘Paraíso Tropical’ – papel épico e marcante de Bebel  – e muitos outros trabalhos que ela sempre fez questão de ser sucesso e que já lhe rendeu diversos prêmios. Como os prêmios de ‘Melhor atriz’ em diversos veículos de comunicação, em especial por seu papel na novela ‘Paraíso Tropical’, que Camila levou para casa, um total de 11 prêmios!  Hoje ela está trabalhando na novela do horário nobre da Rede Globo, ‘Babilonia’.

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Além do seu talento infinito, Camila sempre me chamou a atenção por sua leveza e beleza natural. Com looks sempre bem montados e elegantes, mas sem exagerar. Ela adora peças soltas e aposta em saias longas e adora uma estamparia!

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Peças étnicas e coloridas são as que mais aparecem em suas produções, e que nela, caem muito bem vamos combinar?

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Vestido Handbook Preto – R$159,99 – http://goo.gl/Rjai1t

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Vestido Dafiti – R$57.99 – http://goo.gl/8q4YeM

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Saia FARM Laranja – R$359,00 – http://goo.gl/kqcGWI

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Vestido My Place Preto – R$153.99 – http://goo.gl/z3W7x9

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 E aí, o que acham do estilo da Camila Linda Pitanga? 

Espero que tenham gostado!

~xoxo~

Fotos:Reprodução

Little Princess

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Quem se lembra desta menina nos filmes da sessao da tarde dos anos 90? Se você estava em casa à tarde nesta época, ou era um criança que adorava assistir TV, como eu fui, você provavelmente deve se lembrar de onde é essa garotinha!

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Neste mês de Maio, o filme ‘A Princesinha’, está fazendo vinte anos desde seu lançamento em 1995, e parei para pensar, onde anda a atriz que interpretou Sara?

Quem não conhece ou não se lembra do filme, a história é narrada um pouco antes da Primeira Guerra Mundial, mesma época em que a moda, a arte e as decorações diferentes, foram foco de atenção na Índia, China, Japão e Túrquia. A personagem principal, Sara, e seu pai, o Capitão Crewe, moravam na Índia neste mesmo período e a forma como Sara foi criada e é tratada no filme é reflexo desse mundo exótico, místico e de grandes aventuras.

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Na época, claro que eu, uma criança, não prestava atenção aos detalhes do filme, mas hoje posso perceber como foi um trabalho rico em detalhes. Claro que o famoso diretor Alfonso Cuáron – tambem de Harry Potter – não iria deixar nenhum detalhe passar despercebido, criando ambientes  e vestuários típicos da época, como vestidos de cintura caída, chapéu – adoro – e no começo do filme, o uso de tons claros. E é assim que a Princesinha deixa sua tão amada Índia e se muda para New York, para um colégio interno onde conhece outras meninas da mesma idade, e também onde conhece sua irmã adotiva.

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Mas o que mais gosto deste filme, é que ele retrata o tema ‘princesa’ de uma forma mais ampla. Sara Crewe carrega com ela a mensagem de que todas as meninas podem ser uma princesa, sem precisar ser da realeza ou de um determinado país. E o mais importante, todas as meninas são únicas e importantes, e a personagem passa essa característica ao telespectador, ao presentear sua irmã adotiva, negra, que era emregada da escola, com sapatos ‘chiques’. E no final, o maior presente que Sara dá à essa garotinha, é uma família, quando ela pede ao seu pai que eles a adotem.

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‘A Princesinha’ é um filme que ficou gravado e me traz, boas e calmas lembranças da infância. Sempre que assisto este, e também ao ‘O Jardim Secreto’, do mesmo criador – Frances Hodgson Burnett -, tenho uma sensação de paz interior.

Liesel Matthews, que interpretou Sara, não participou de nenhum outro filme com papel de destaque, como quando criança. Ao todo, ela participou de quatro filmes, um deles sendo ‘filha do presidente James Marshall’, ao lado de Harrison Ford. Claro que o fator de Liesel ser herdeira de uma das família mais ricas dos Estados Unidos não influenciou em nada. Ela e sua família são donos da rede de hotéis Hyatt. Mas bem que ela poderia ter continuado com seus trabalhos como atriz não é mesmo?
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E vocês, gostavam de assistir o filme quando passava na sessão da tarde? Eu adorava!

Quem quiser matar a saudade, o megafilmes tem online! 

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Espero que tenham gostado!

~xoxo~

Fonte:Reprodução

Green Lake Park

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Hey folks! Como foi o final de semana de vocês? Eu fui conhecer um parque aqui em Seattle, e fiquei maravilhada!

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Foto:Reprodução

Tive a sorte de, mesmo chegando em uma cidade que não conheço e morando com pessoas que nunca vi na vida, já conheci uma amiga brasileira. Quem leu o último post, sabe a quem me refiro. Ela então, me apresentou para várias de suas amigas, e agora saímos todas juntas nos finais de semana.

E mais uma vez, tive a sorte de conhecer pessoas que já conhecem melhor a região, e neste último sábado, fomos ao parque que rodeia o lago Green Lake.

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Quem mora na região, como nos bairros Phinney Ridge, Greenwood e Wallingford por exemplo, pode aproveitar agora, a primavera, e o verão para passar um tempo no Green Lake Park. As ruas e as casas ali pertinho do parque, tem um ‘ar’ de balneário de praia sabe? E as casas, sem comentários…

E que parque grande é este pessoal?! Claro que nem se compara ao tamanho do Central Park em New York, mas o Green Lake não deixa a desejar em sua beleza, extensão e atividades ao ar livre para todos os gostos.

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Para quem gosta de esportes, tinha uma galerinha correndo, andando de bicicleta e o melhor, fazendo caiaque e pedalinho no lago. Alguns ‘loucos’ que estão acostumados com o clima de Seattle, já estão achando que está calor e entraram na água.

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Tudo bem que sábado foi um dos dias mais quentes desde que cheguei aqui, mas entrar na agua, que ainda está gelada do inverno… Quem sabe no verão não é mesmo?

O que acho mais legal desses parques, é que ‘norte americano’ não pode ver sol que já quer esticar uma toalha pra se ‘bronzear’. Eu e as meninas, fizemos um piquenique muito gostoso, e vi que é mais comum esse tipo de lazer, do que é no Brasil. Adorei.

Quem está pela região e ainda não conhece, este passeio realmente vale a pena. Mas se for de carro no final de semana, se prepare para perder pelo menos 20 minutos para achar uma vaga! #badalo

Sem contar a vista que é de tirar o fôlego. Todas as árvores aqui, são de um verde, de tonalidade diferente do Brasil. E as ‘mini margaridas’ no chão? Alguem me explica? He he he

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Espero que estejam gostando das aventuras de ‘Gess in Seattle’!

Me sigam no instagram que sempre posto fotos legais, prometo! He he he

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~xoxo~

Fotos: Géssica Hernandez/Reprodução

Duas semanas já?

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E eis que hoje, completo duas semanas aqui em Seattle. E o que posso dizer até agora? Que já passei por momentos do meu dia, em que não acreditava que estava aqui. Por momentos em que só dei muita risada, fiquei assustada e surpresa com diferentes coisas.

Dia 23 de Abril, enfrentei seis horas de voo, depois de 4 dias de treinamento em New York e depois de uma triste despedida das minhas lindinhas ‘*de mel’. Já no avião, fiz amizade com uma menina que está morando aqui perto, ela é da Áustria, uma fofa e saímos neste último sábado, e essa está sendo a primeira aventura fora do país dela.

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New York <3

Chegando no aeroporto, aquela situação constrangedora de ‘abraça ou não abraça’. Quem já passou por isso sabe, que nem todo americano é carinhoso e para eles, o ato de abraçar alguém não é lá tão normal – não o tempo todo pelo ao menos. O fato é que, a minha host mom chegou abraçando – já quebrando o gelo.

Os primeiro três dias aqui – sexta, sábado e domingo – foram bons, tímidos e divertidos. Assim mesmo, tudo junto e misturado. Estranho, eu sei. Na sexta feira, foi o dia em que vi a kid que estou cuidando aqui pela primeira vez. Olhares curiosos na saída da escola e depois um monte de pergunta engraçada. Seguido de uma brincadeira entre as árvores do jardim e de um tour no quarto dela! Foi assim meu primeiro dia com uma menina de 8 anos, e que vou passar muitos dias ainda.

Sábado, minha amiga e parceira brasileira daqui, a Marcella, me chamou para dar uma voltinha e ir à um ponto turístico/fotográfico da city. E foi neste dia, que vi pela primeira vez à luz do sol, a famosa torre Space Needle, linda por sinal.

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Space Needle

No domingo, toda a host Family e eu, fomos para uma ilha aqui perto, Vashon Island. Pegamos uma balsa para ir até lá, pois a ilha não possuí ponte que à ligue ao continente. Achei uma graça o local e tenho a sensação de que lá o tempo não passa tão rápido como em todos os lugares. Existe uma tranquilidade que na cidade grande, como Seattle, não possuí. Mas por que fomos até lá? Para visitar a cachorra deles, uma Border Collie chamada Harper, que estava em uma fazendinha, há quase um mês, passando por adestramento. É isso mesmo, eles deixaram a cachorra lá, com outras pessoas que ela não conhecia e com outros cachorros. Ela está em casa agora, feliz e ‘mais’ obediente. Eu nunca deixaria minha cachorra com pessoas estranhas por tanto tempo, tsc tsc tsc. Mas foi divertido, ver toda aquela cachorrada correndo! He he he

Segunda feira chegou, comecei minha nova rotina de acordar a menina as sete da manha, dar café da manhã, mandar ela se arrumar para a escola e depois a mãe dela à levou de carro. E eu fiquei o resto da tarde livre livre. Claro que, depois de arrumar o quarto da kid e colocar a louça para lavar né

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Union Station em Downtown Seattle

Na terça comecei a levá-la de carro, sozinha, andando por uma cidade que não conheço direito ainda, e dirigindo um carro que é muito diferente do meu no Brasil. Mas até agora me saí bem, tirando os primeiros dias em que me perdi na volta para casa, mesmo usando o GPS – não me julguem!

Agora não me perco mais, já fui conhecer Downtown de bus, não me perdi – amém. Amei o centro da cidade e adorei conhecer mais meninas, que saíram comigo e com a Marcella. Fomos à ‘praia’ e vi mulher usando sutiã e calcinha como se fosse biquíni, e pessoas nadando e se divertindo na água, como se fosse verão. Claro que para mim, brasileira, isso aqui não é nem de perto primavera. Mas é vivendo e aprendendo certo? Certo! He he he

Por enquanto é só pessoal, espero que tenham gostado!

Downtown Seattle

Downtown Seattle

~xoxo~

Fotos:Géssica Hernandez

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