Matilda

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Hey folks! Vocês sabem quem matou a saudades da história da menininha Matilda esse final de semana? Eu! Para quem nunca ouviu falar do livro, de Roald Dahl, e do filme da ‘Matilda’, está perdendo a chance de conhecer uma menina muito corajosa e inteligente, mas que tem uma história sofrida… E foi no musical, de mesmo nome, nesta última sexta feira, que relembrei das tardes em casa de sessão da tarde.

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Matilda nasceu em uma família muito diferente dela e de muitas que conhecemos por aí, pois é… Para começar que seus pais, o Senhor e a Senhora Wormwood, queriam que ela tivesse nascido um menino, e irritam a coitada por isso o tempo todo. Menosprezada pela própria família, Matilda se refugia em seus livros e mergulha em sua imaginação fértil que toda criança tem. Mas é na escola, conhecendo a Senhorita Honey, sua professora, que ela finalmente consegue ver que o mundo pode ter pessoas de bom coração e gentis, muito diferente do que ela tem em casa.

A primeira vez que o musical foi encenado, foi no Reino Unido e durante mais ou menos dois anos de cartaz em Londres e em New York, a peça recebeu 47 prêmios esgotando bilheterias em todas as temporadas de shows.  

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Eu sou só uma curiosa de arte e entretenimento, jornalista faladeira, e não sou crítica de teatro ou musicais, mas gosto de dar meu ponto de vista para tudo o que vejo e aprecio. A primeira vez que assisti um musical, foi em New York e a peça era Billy Elliot, que está no meu coração e em minha memória até hoje. Nenhum ainda chegou aos pés de Billy Elliot, nem mesmo Hair com meu queridinho Hugo Bonemer, mas Matilda pode ter chego um pouco perto.

Por ser também um musical da Broadway, acho que pude perceber o quão profissional esses atores e toda a equipe de produção são, e eu adoro isso. Sabe quando você assiste um espetáculo, e percebe os truques e as cartas na manga, muito bem planejados e pensados? Claro que, sete anos de ballet e mais alguns de sapateado, me fizeram sacar alguns detalhes de produção que talvez nem todo mundo repare, mas eu reparei he he he

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Por ser um musical que a maior parte do elenco é composto por crianças, isso me encanta em dobro. As atuações, as danças e o canto desses pequenos artistas, vão além do que se espera.

E falando em crianças, o que me passava na cabeça assistindo à tudo isso, era, sophia‘E essas crianças, como levam uma vida normal, sendo artistas deste nível? Quero ser Au Pair de um deles!’
No elenco, quatro meninas dão vida à Matilda no palco – Bailey Ryon, Milly Shapiro, Sophia Gennusa e Oona Laurence, no dia em que eu fui assistir aqui em Seattle, a atriz que deu o show foi a pequena Sophia Gennusa, que arrasou em todos os sentidos. Não tenho nem palavras para descrever tamanho talento de palco, voz…tudo!

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Sophia Gennusa, Bailey Ryon, Oona Laurence e Milly Shapiro

O melhor desse tipo de musical é que, ele não te cansa. Quando dei por mim, já tinham se passado uma hora e meia de espetáculo e estávamos no intervalo. Os diálogos e palavras ditas que se transformam em melodia, foram feitas de maneira sútil que quando vimos, já estávamos rindo e cantando com eles. A mistura dessas duas formas de comunicação com a plateia, é magnifica e o mérito disso se dá a Tim Minchin, que é compositor, ator, cantor, pianista, produtor e comediante. Tá bom, ou querem mais?

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Claro que sempre há um vilão nos contos, e neste caso a vilã é a diretora da escola, Miss Trunchbull – interpretado pelo ator Bertie Carvel e que foi O maior sucesso – ele acredita que todas as crianças são vermes que não deveriam existir!

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Lauren Ward(Senhorita Honey) e Bertie Carvel (Miss Trunchbull)

Para quem gosta de musicais e de ir ao teatro, este com certeza irá te conquistar. É uma peça que atinge todas as idades e é bem família, divertido e encantador! Esteja em New York, Londres ou em Seattle, se tiver a oportunidade de ir conferir, não perca tempo. Para quem estiver por aqui, o teatro 5th Avenue Theater – no endereço, 1308 5th Avenue Seattle – está com a peça em cartaz até o dia 6 de Setembro, então corram!

Os ingressos variam na faixa de US$50,00 à US$120,00. Tive a sorte de pegar um lugar bom e perto do palco por 50 Obamas, winner! Entrem sempre no site e fiquem de olho!

Quem já foi assistir Matilda ou algum outro musical e que tenha amado? Me deem dicas que adoro saber!

Espero que tenham gostado!

~xoxo~

Fotos:Reprodução

O Juíz

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Fim de semana finalmente chegando e para muitos, principalmente para quem gosta e para quem não está a fim de gastar muito dinheiro, assistir um bom filme em casa comendo um panela de brigadeiro ou um balde de pipoca, é a melhor saída há há há E hoje venho indicar para vocês um filme que há tempos já foi lançado, mas que só tive a oportunidade de assistir há algumas semanas atrás. O Juíz.

Quem já ouviu falar? Aquele com o ator maravilhoso e talentosíssimo que tanto amo, Robert Downey Jr. Se não assistiram, continuem lendo pois quero convencê-los de saber sobre a história de Hank!

No filme, conhecemos Hank Palmer, interpretado por Downey Jr, que é um renomado e excelente advogado, pai de família e que ganha rios de dinheiro defendendo seus clientes. A vida parece ótima para ele, mas a verdade é que ele está enfrentando um divórcio doloroso, e sua mãe acaba de falecer fazendo com que ele volte para sua cidade natal, Indiana, onde mora seu pai e seus irmãos.

O problema é, que Hank não se dá muito bem com seu pai, o juíz da cidade, Joseph Palmer (Robert Duvall). O relacionamento dos dois é tão conturbado, que ele mal cumprimenta o filho no velório da esposa, e quando todo aquele evento de família termina, Hank finalmente se vê livre para voltar para casa e sair do climão que é conviver com seu pai. Mas ao deixar suas coisas finalmente prontas para partir, ele descobre que seu pai está sendo acusado de assassinato. Hank tem vontade de ficar e defender o pai na justiça, mas como seu velho sempre o maltrata, ele se sente frustrado, e mais uma vez, rejeitado.

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Desde o início da história, o longa nos mostra que Hank sempre teve uma infância feliz ao lado de seus pais e irmãos, mas algo no meio do caminho fez com que seu pai passasse a sentir um ódio e desprezo muito grande pelo filho, mas que até metade do filme não entendemos e que, também não vou contar aqui para não quebrar a graça de quem irá assistir.

Tanto Robert como Duvall, se deram ao máximo nesses papéis, e a interpretação e criação para estes personagens foi excelente. É o tipo de filme que depois que acaba, nos faz ficar pensando nos sentimentos e laços familiares mostrados no filme, que é tão real e que pode acontecer em qualquer ou toda família.

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Neste filme, vemos a participação da queridinha de Gossip Girl, Leighton Meester, mas que infelizmente teve uma pequena parcela na história, mas que se bem explorada poderia ter tido um papel de maior destaque. Mas sempre vale a pena ver Leighton nas telonas, certo? Certo!

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O final do filme, bem… sem deixar spoiler é claro, gostei mas acho que ficaram faltando algumas respostas da vida pessoal de Hank. Bem que poderia rolar um parte dois não é mesmo?
Quem já assistiu ‘O Juíz’? Me contem o que acharam, pois só de ter a presença de Robert no filme, para mim já é um filme válido!

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Espero que tenham gostado e se quiserem assistir, eu vi aqui!

~xoxo~

Fotos e Vídeo:Reprodução

Depp VS Blackburn

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Sabe quem teve um filho e nunca contou para ninguém? Johnny Depp! Mentira! Desculpa Depp, a zoeira termina aqui!
A #gemeosseparados voltou, mas dessa vez não trata-se de gêmeos, no caso seria pai e filho! Como assim Gessz? Calma que já explico… O lance é que, desde que comecei a assistir Pretty Little Liars, o personagem do Caleb sempre me lembrou muito o Johnny Depp. Mas claro que eles não são parentes e isso é só uma brincadeira okay? Okay!

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Para quem não sabe, Johnny na verdade é John Christopher Depp II, e claro que, gente boa e cheio de talento do jeito que ele é, não poderia ser de outro signo que não fosse o mesmo que o meu, gêmeos, é claro! he he he              Ele nasceu dia 9 de junho de 1963 e é ator, músico, produtor de cinema e diretor, tá bom ou quer mais?

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Johnny ganhou fama mundial ao estrelar o filme ‘Edward Mãos de Tesoura’, quem lembra? – saudades. E de lá para cá só teve papéis de grande destaque como na franquia ‘Piratas do Caribe’, ‘Caminhos da Floresta’ – tem post aqui no blog –, ‘A Fantástica Fábrica de Chocolates’ e por aí se extende a lista de trabalhos que ele já realizou.

Já seu ‘filho’, Tyler Jordan Blackburn, nasceu em 12 de Outubro de 1986 – e nem aparenta ter quase 30 anos, puxou isso do papi – e ficou popularmente conhecido na série de TV, Pretty Little Liars, dando vida ao namorado de uma dar protagonistas, Hanna Marin – interpretada por Ashley Benson.

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Há dois anos atrás, ele estrelou um spin-off da mesma série, chamada ‘Ravenswood’ – que acompanhei e achei muito boa – mas que infelizmente foi cancelada e Tyler voltou a ser parte do elenco principal de PLL, o que logo depois, lhe trouxe o primeiro prêmio do Teen Choice Awards. YEY Tyler!

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Mas falem aí, vocês não acham que eles se parecem nem um pouquinho? Ainda mais os dois sendo estilosos, e tendo – em uma época – o mesmo corte de cabelo!

Espero que tanham gostado!

~xoxo~

Fonte:Reprodução

Quatro meses de Obama

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Hey folks! Eis que hoje, fazem quatro meses que estou nos Estados Unidos! Cada mês que se passa, para mim é uma conquista e realização! Conquista pois, saindo do Brasil, não sabia nem se aguentaria um mês ou dois como babá há há há porque cá entre nós, não é nada fácil essa vida de au pair!

Graças a Deus Agosto já está acabando e com ele, as férias escolares estão dando adeus e espaço para a paz e tranquilidade, de muitas meninas que aqui trabalham! Criança de férias e em casa o dia todo, não é fácil e aqui não foi diferente! A minha kid ficou 55 longos dias comigo. Claro que tive meus momentos bons com ela, onde brincamos bastante e dei muitas risadas. Mas também tive meus momentos de desespero e de sentar e conversar com os pais dela, duas vezes, porque não sabia mais controlar as birras da filha deles! Graças à Deus, estou em uma família que conhece bem os filhos que tem, e não passam a mão na cabeça deles, pelo contrário, só me deram forças e dicas de como lidar com ela! #Amém

E vocês aí, pensando que vida de Au Pair é luxo e curtição hein?!

Depois do dia quatro de Agosto, ela foi para o acampamento, e volta somente hoje, domingo! Ou seja, tive aí duas semanas e meia, de descanso e de muitos passeios com meus pais! Sim, meus paizinhos vieram do Brasil para cá, me visitar e conhecer a região! YEY

Com meus pais na cidade, pude conhecer vários lugares incríveis de Seattle, e entre eles, o museu de música que fica lá em Downtown, o EPM Museum, quem conhece?

Foto:Reprodução

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Esse museu fica na entrada de um parque comunitário, o Seattle Center. Lá é sempre cheio de novidades, rolam diversas feiras, festivais e coisas legais para curtir no final de semana.

Quem for até lá, interessado no museu, não tem nem como se perder e não achar o edifício. Já que ele se destaca de longe na multidão, chamando a atenção por sua arquitetura toda arredondada e colorida! O EPM, é um museu sem fins lucrativos e dedicado à cultura popular e contemporânea, que foi fundado em 2000, pelo co-fundador da Microsoft, Paul Allen!

Mas afinal, o que tem lá dentro de tão legal? Além de suas exposições temporárias, que mostram a história de alguns instrumentos musicais, como a guitarra, podemos ver também a história da banda Nirvana e do cantor Jimi Hendrix, que são exposíções fixas do acervo do museu.

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Além de música, para quem gosta das animações da Looney Tunes – adoro – vai se divertir com as ilustrações nas paredes, e espaços confortáveis para assistir aos desenhos clássicos com o Perna Longa!

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O museu é cheio de espaços interativos e perfeito para fotos engraçadas e de cenários lindos! Um bom passeio para quem gosta de exposições bem montadas para todos os tipos de público. Quem estiver na cidade  e quiser dar uma passada lá, o endereço é 325 5th Avenue N – Seattle, WA 98109. Ele está aberto diariamente, das 10h às 19h e os ingressos podem ser adquiridos na entrada do museu por 30 dólares, ou se você tiver o City Pass, é ainda mais fácil e não precisa pegar fila!

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Espero que tenham gostado!

P.S.: O que estão achando das histórias da minha amiga Jack? Para quem ainda não viu, ela já tem dois posts publicados aqui no Pixie Dust, corre lá ver!

~xoxo~

Fotos:Géssica Hernandez

Voltando no Tempo com a Jack!

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Hello guys!

Como vocês estão? Eu estou de baterias recarregadas pós-férias! YEEEY lol

Sim, tive minha primeira semana de férias aqui nos States, que foram do dia 2 à 9 de Agosto. Com certeza, irei contar tuudo sobre minha viagem, mas, em um próximo post e… PRE-PA-REM-SE para grandes emoções!

O assunto dessa semana, é sobre minha chegada aos Estados Unidos e o início da minha jornada como au pair! Vamos voltar no tempo comigo galera! Gente, lembro como se fosse ontem daquele frio na barriga, do medo, da  insegurança quando me despedi da minha família, amigos e namorado no aeroporto.

Quando passei pelo portão de embarque e encontrei com outras au pairs, todas nós usávamos camisetas da nossa agência de intercambio, a Experimento, para nossa identificação e… MANO DO CÉU, metade dos passageiros eram au pairs AHAHAHAHAH.

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Brazilians Au Pairs

Meu voo saiu do Aeroporto Internacional de Guaruhos (São Paulo), no dia 19 de Abril de 2015 às 21h e aterrissou às 6h da manhã no aeroporto John F. Kennedy International Airport, em New York.

Quando o avião decolou, minha ficha começou a cair e lágrimas rolaram. Era um sentimento que nunca havia vivenciado antes mas todo o meu esforço e determinação para que essa experiência acontecesse, estava valendo à pena! É claro, ali no avião era só o início, mas já estava ORGULHOSA da minha coragem de largar tudo para encarar novos e grandes desafios que, com certeza mudarão a minha vida.

Foram 9 horas de voo, com pequenas turbulências, dor no pescoço por dormir de mau jeito, emoção em dizer minhas primeiras palavras em inglês com a tripulação do avião e é claaaro, chorei durante a viagem HAHAHAHAHA.

Apos aterrissar em NY, levamos mais ou menos uma hora para passarmos pela imigração e ter meu primeiro carimbo no passaporte \o/

Depois, me juntei com outras au pairs no aeroporto e esperamos por um responsável da nossa agência e pelo ônibus, que nos levou para o hotel Double Tree em Tarrytown – NY, onde passei os quatro dias mais chaaatos da minha vida, chamado TREINAMENTO!

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Double Tree Hotel ​

Durante o trajeto do aeroporto ao hotel, minha vida passava como um filme, maravilhada com os prédios, casas, ruas… Enfim, toda arquitetura americana que antes só tinha visto através da televisão. E quando vi os yellow taxis e o school bus?? ME SEGURA, quase chorei HAHAHAHA.

Chegando ao hotel, almocei e fui para o quarto, para depois dar um role em NYC. Com quem??? QUEM PRODUÇÃO?? Com a Gessz de guia turística e mais três meninas.

Gente, o que foi aquela Times Square naquele dia? Um friozinho digno de blusa, touca e luvas, sem contar o cagaço que eu fiquei na volta para o hotel, depois que descobrimos que o trem que pegaríamos, não estaria mais na plataforma onde estávamos HAHAHAHA Mas fora isso, fiquei deslumbrada com todos aqueles telões e aquela gente toda me espremendo.

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​Nosso trem de Tarrytown para NYC nos deixou no Grand Central Station

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Minha primeira vez na Times Square – NYC

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Me segurando para nao chorar com o yellow taxi

Além de ter conhecido e curtido a big city a little bit, foi nesse rolezinho que eu e a Gessz começamos nossa amizade #BFF

As palestras começaram no dia seguinte, terça-feira, e foram até a metade do dia na quinta-feira, na qual nos encontramos com nossas host families e fomos para nosso novo lar.

Encontrei com minha host e minhas duas girls, no aeroporto de Newark, em New Jersey. Foi um pouco estranho pois só as conhecia por Skype, e estava indo morar na casa delas… Mas, minha host foi bem descontraída e conversamos bastante. As meninas estavam envergonhadas mas, trocaram algumas palavras comigo e no caminho de casa, fomos buscar meu little boy na escola.

Quando entrei na sala de casa, vi o cartaz de boas vindas que eles fizeram para mim, que esta na parede do meu quarto até hoje, arrumei minhas coisas no quarto, jantamos e ainda ganhei um bolo muito fofo e gostoso HEHEHE

Meu bolo de boas vindas =)

Meu bolo de boas vindas =)

A primeira semana foi um pouco difícil, tive homesick (saudades de casa), estava conhecendo todos e as crianças estavam começando a se soltarem.

Os dois primeiros meses, foram de adaptação à família, as kids testaram minha paciência HAHAHAHA Mas, elas não contavam com os ensinamentos do Mestre Pai Mei, e que sou nivel hard nos paranauê. Agora, estou no comando dessa bagaça, quero dizer, já conquistei minha autoridade com cada kid e já sei o que funciona com cada um.

Minha schedule (rotina) não é fixa, mas funciona mais ou menos assim:

6h45 às 8h30 – Acordar as kids, café da manhã e deixá-los na escola;

9h às 14h – Tempo off;

14h30 às 15h30 – Buscar na escola;

16h às 18h – Fazemos algumas atividades;

À partir das 18h, eles começam a hora do banho, jantam e se prepararam para dormir. Geralmente, eu trabalho ate às 20h30 mas, duas vezes na semana, eu os coloco para dormir, ou seja, meu horário vai até eles dormirem ou, até os hosts voltarem de algum evento.

Meus dias off, são de sexta-feira ou sábado à noite à partir das 18h e, o dia inteiro do sábado ou domingo. E eu escolho os meus finais de semana off do mês, que sempre começa na sexta-feira à partir das 18h.

Descobri uma nova qualidade minha, sou flexível. Existem momentos que, se você não colocar a inteligência para funcionar e se dispor ao próximo – principalmente quando se trata de seus patrões -, você jamais terá o mesmo retorno.

É isso aí pessoal! Estão vendo como vida de au pair não é moleza?! Sei que tem muitos que pensam, ‘Ah, cuidar de criança é fácil; ela não faz nada o dia todo; ela esta morando nos Estados Unidos, esta ganhando em dólares e esta riiica’. Só tenho uma coisa a dizer, largar o conforto da sua casa e a rotina da sua semana para vir aqui ralar no desconhecido, falar errado sem medo do que vão pensar de você, tentar ser aceito na american life e ganhar $ 200.00 por semana!

Vou ficando por aqui pessoal, espero que tenham gostado e aguardo vocês no próximo post!

Beijos, beijos e tchau tchau :)

Fotos e Texto: Jacqueline Fortes

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