Insurgente

Sexta-feira chegou e para os amantes de cinema, venho contar o que achei da aventura de assistir ao segundo filme da trilogia, ‘Divergente’.

Para quem nunca leu os livros da autora, Veronica Roth, ou não teve a chance de assistir ao primeiro filme, talvez – ou com certeza – tenha dificuldades de entender o contexto do filme ‘Insurgente’.

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Ainda não li os livros, mas pretendo muito em breve. Assisti ao primeiro filme e virei fã. Quando comprar os livros, as chances de esse amor se tornar maior serão grandes.

Contextualizando a história, o mundo se encontra dividido em cinco facções; castas, ou seja lá como vocês preferem chamar. São elas, Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição. As pessoas que não se enquadram em nenhuma dessas facções ou se enquadram em todas, são vistas como um perigo para a sociedade. O que é o caso de Tris, a principal deste universo, considerada uma Divergente – que está apta à todas as ‘castas’.

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Neste segundo longa metragem, dirigido por Robert Schwentke, entramos em uma espécie de guerra civil com Tris (Shailene Woodley) e seu namorado, Quatro (Theo James), ao se juntarem com todos aqueles considerados sem facção, e começar uma revolta contra o sistema, que é liderado por Jeanine (Kate Winslet). Vemos também que aqui, a quantidade de sub temas e elencos diversificados foi reduzida, dando a entender que já sabemos o essencial para continuar do ponto em que paramos em ‘Divergente’.

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Neste ponto achei bem enxuto e ideal para quem leu o livro, e já tem toda uma contextualização formada na cabeça. Mas para quem acompanha a história só pelos filmes, acho que pode ter ficado um pouco ‘vago’. Afinal, quem vai ao cinema lembrando de todos os mínimos detalhes do primeiro filme? Percebemos neste detalhe, que a ação superou a narrativa. Não conseguimos, neste segundo filme, ter uma conectividade maior com os personagens do que os que tivemos com o primeiro filme. 

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Isso me deixou com mais vontade de ler os livros, e entender a história de maneira mais profunda.

Por ser uma série que aborda um universo onde existem simulações da mente e outras ‘coisitas mas’, os efeitos especiais são os mais aguardados e criticados pelo público. Em ‘Insurgente’, efeitos deste tipo não foram um problema para a produção, nada ficou com ‘ar fake’ ou forçado demais da conta. Os efeitos neste caso, são o destaque da vez.

Shaielene continua sendo maravilhosa em sua atuação e performance em cenas difíceis, como por exemplo quando Tris contracena com sua própria imagem e semelhança. Sem spoilers! 😡

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Theo James, que dá um charme a mais na trama, dessa vez achei que estava um pouco apagadinho, mas deve ter um motivo por trás disso certo? He he he

Acho que terminado o livro que estou lendo no momento, a melhor coisa a se fazer é ir à livraria mais próxima e comprar a trilogia ‘Divergente’, certo? Certo!

E vocês, já assistiram ao filme? Me contem o que acharam, vou adorar saber!

Espero que tenham gostado!

~xoxo~

Fotos:Reprodução

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