If I Stay

Hello everybody!

comecando

 Já dei aqui no blog várias dicas de filmes, e alguns deles eram do gênero drama. Gosto de assistir esse tipo de filme de vez em quando, mas SÓ quando estou bem comigo mesma, porque caso contrário, não dá nada certo >.<

segunda

Já li vários livros deste estilo também, como ‘A Menina que roubava livros’ e seus derivados sobre a Segunda Guerra Mundial. Sobre doença o único que li, se não me engano, foi ‘A Culpa é das Estrelas’ e particularmente não gostei, achei muito mamão com açúcar, e o filme então… Típico de sessão da tarde. Fãs da estorinha que me perdoem.

Há alguns meses estava, no site do Armagedon, procurando algum filme bom, quando achei ‘E Se Eu Ficar’ mas não lembro bem ao certo o motivo de eu não ter assistido aquele dia… Alguma coisa com o som ou com a imagem… Não me lembro mesmo.

E eis que fui à bienal do livro em São Paulo e vejo o livro ‘E Se Eu Ficar’, e descubro que a versão cinematográfica não tinha chego AINDA ao nosso querido Brasil…

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Esperei até domingo passado, e então fui ao cinema conferir.

Antes de lançado aqui, ouvi muitos burburinhos de que ele poderia ser comparado ao filme “A Culpa é das Estrelas” e fiquei com um pé atrás, mas mesmo assim queria muito ver, pois adoro a atriz que deu vida a Mia – Chloe Grace Moretz – por isso o filme já tinha um ponto comigo, e tinha mais uns cinco pontos por não girar em torno do câncer, que …please né!

Para quem está se perguntando de onde conhecem o rosto de Chloe, pode ser do filme ‘A Invenção de Hugo Cabret’, ou pode ser também de “O diário de um banana” e acho que o primeiro filme que vi com ela, foi ‘Sombras da Noite’. Mas ela já tem uma longa lista na sua filmografia.

hugo

O combo paixão adolescente e drama já invadiu nosso cotidiano cultural, e vem ganhando cada vez mais espaço no meio literário e nos cinemas. Uma história forte, que até então não era muito abordada por adolescentes e jovens adultos, se tornou ‘moda’, fato pelo qual não estou reclamando, acho até bom. Dá um ar de mais real, de que nem tudo na vida são flores como foi para Bella Cullen na saga Crepúsculo.

Sem mais delongas.

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A trama, escrita pela americana Gayle Forman, acompanha o dia de uma garota comum, Mia, amante de música clássica e apaixonada por seu violoncelo desde pequena. Filha de pais roqueiros, que abandonaram a vida dos palcos para poderem cirar Mia e seu irmão mais novo Teddy.

Ao tocar seu violoncelo na escola distraidamente, Mia chama a atenção de Adam (Jamie Blackley), um garoto mais velho de sua escola, e roqueiro. Adam se apaixona por Mia naquele instante, o que para surpresa de todos seria ‘estranho’ ou ‘fora do comum’, até para própria Mia, que se sente um peixe fora d’água com os amigos super extrovertidos de Adam.

Tudo estava indo bem, Adam à chama para sair, quando logo no começo do filme a felicidade é interrompida com um grave acidente de carro que acaba deixando a garota em coma e seu espírito vagando no hospital, sem saber o que fazer e sem conseguir se comunicar com ninguém, querendo desesperadamente saber o estado de seus pais e de seu irmão mais novo.

Não vou contar mais nada, porque pode perder a essência do filme e a surpresa de cada cena – forte – do filme.

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Eu não sou lá de chorar em filme, o único que chorei até hoje foi quando assisti ‘Sempre ao seu Lado’ (aquele do cachorro Akita). Assistindo ‘E Se Eu Ficar’ confesso que fiquei com os olhos marejados, o filme é muito tocante, e muito perto da realidade. Você sabe que um dia podemos estar vivos e bem e no instante seguinte pode ser que não, pode ser que tudo mude drasticamente com uma velocidade incrível.

Coisas desse tipo não esperam para acontecer, muito menos avisam. E foi por isso, e lógico, pela boa atuação dos atores e principalmente de Chloe, quem assiste sente aquela cena o mais real possível, e se toca com a dor da personagem.

Como a cena do acidente acontece logo no início, fiquei achando que Adam não tinha conseguido sair com Mia antes da tragédia, mas no decorrer o filme vai mostrando como a vida da Mia era até o dia do acidente.

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Enquanto em coma, a garota descobre que a única coisa que pode decidir, é se fica entre os vivos ou parte dessa para melhor.

A trilha sonora do filme foi muito bem escolhida e com o devido cuidado, já que ouvimos, com uma alta frequência, dois gêneros musicais, o clássico e o rock.

Depois de assistir, vim montar esse post e acabei descobrindo que quem dirigiu o filme é o mesmo diretor da série americana Nashville, R.J. Cutler. É claro que não poderia ter sido uma escolha melhor, pois Nashville é um sucesso na TV norte americana e uma das minhas séries favoritas também.

Não li o livro, mas confesso que depois de assistir fiquei com vontade, e soube também que o livro tem uma continuação. Será que rola uma continuação para os cinemas também?

E vocês, já viram o filme? Já leram o livro?

Fiquem com o trailer.

Espero que tenham gostado.

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~xoxo~

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